Compatibilidade Fogo Yang e Água Yang no saju
O pôr do sol no mar: o Oceano esfria o Sol, e o resultado pode ser lindo ou um vapor de briga.
No saju, a água apaga o fogo. Aqui é o Oceano quem acalma o Sol. Ele tem uma visão ampla que coloca os dramas do Sol em perspectiva: "isso vai importar daqui a um ano?". O Sol, que se inflama rápido, encontra alguém que não se assusta com a intensidade dele. E o Oceano se aquece com o calor e a generosidade do Sol, que o tira das próprias profundezas.
O choque é de temperatura e de presença. O Sol precisa de atenção, de resposta, de calor de volta. O Oceano precisa de espaço e, quando a coisa pesa, some. O Sol sente o sumiço como abandono e reage com mais fogo. O Oceano, sentindo a pressão, vai ainda mais longe. Há também o risco de o Oceano esfriar demais o entusiasmo do Sol com racionalidade.
Para o pôr do sol continuar bonito, o Oceano precisa avisar quando vai se afastar e voltar quando disse que voltaria. O Sol precisa aceitar que o espaço do Oceano não é rejeição. E o Oceano pode guardar a análise para depois do entusiasmo: primeiro comemora a ideia do Sol, depois pergunta como vai funcionar.